De volta às Galerias Pluviais
Enquanto o dia da coroação do príncipe Eneriel não chega, os aventureiros decidem desvendar o mistério sobre os ataques que já ocorrem à muito tempo nas galerias pluviais de Dragórios.
Humak, Azalin, Everdur, Aeron e Muuaji se reúnem no templo de Úkion e descem juntos pelas perigosas galerias. O grupo não tem dificuldade em seguir os rastros de sangue seco pelos túneis úmidos e abafados.
Após algum tempo, Muuaji encontra sinais de atividade nos corredores e Humak se adianta para ajudar o Tabaxi a averiguar. Entretanto, a dupla não consegue passar despercebida pela grotesca e bizarra criatura que estava habitando os túneis.
A criatura tinha uma silhueta humana, mas ela era mais alta, seus olhos eram fundos e brilhantes, sua cor acinzentada e haviam longos tentáculos se projetando de sua face. Os braços eram compridos e as mãos enormes, com longos dedos terminados em garras afiadas se somavam aos tentáculos estranhos formados na base de sua longa capa negra.
Usando seu grande poder psíquico, a criatura se apossa da mente do poderoso Humak e coloca o bárbaro para lutar contra seus próprios aliados. Uma feroz batalha então tem início e o meio-orc ataca Muuaji com toda a fúria de seu machado. O Tabaxi, assustado, foge em disparada, alvejando o bizarro inimigo em sua fuga.
Azalin então lança uma poderosa bola de fogo que incinera parte dos ratos e causa um grande dano na estranha criatura.
Os ratos restantes não deixam por menos e partem para o ataque, emitindo um golpe mental que atordoa Aeron, Azalin e Everdur. Humak então passa a atacar Everdur, que não esperava a agressão. A criatura se aproxima de Aeron e ataca com seus grotescos tentáculos, mas falha em prender o paladino para extrair seu cérebro.
Muuaji e Everdur atacam a criatura, que fica bastante machucada. Aeron finalmente desperta e libera todo o seu poder contra o inimigo, golpeando com sua espada flamejante e, finalmente, matando o oponente. Um flash de memória vem à sua mente, lembrando da cena de seu pai brandindo uma espada flamejante contra uma criatura grotesca, amarelada e cheia de tentáculos.
O combate se encerra e os ratos se dispersam, mas o grupo fica atônito ao encontrar um pequeno amuleto com o símbolo do Rei Amarelo no pescoço da criatura.

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