O Retorno à Dragórios
Ao voltar para Dragórios, Humak vai ao encontro do príncipe e Tilandir o informa sobre suas descobertas no submundo da cidade. Os espiões e informantes do velho halfling tem certeza de que existe alguma conspiração para matar o jovem príncipe antes que ele seja coroado.
Humak então conversa com o príncipe e se coloca à disposição para protegê-lo e fazer jus à seu título de Campeão do Rei. Naquela mesma noite, um grupo de cavaleiros portando um estandarte da família Ferropunho chega aos portões de Dragórios. Trata-se de Lorde Arstan, Conde de Northária e irmão mais novo do condenado Lorde Akrator. Arstan é conhecido como o maior guerreiro da família e exige falar com o príncipe.
O grupo de cavaleiros é preso e o nobre é levado até o príncipe. Lorde Arstan se diz o guerreiro mais habilidoso do reino e desafia o campeão do rei para provar seu valor. Ele pede que o resultado do combate decida o futuro de sua família, pois está disposto a abrir mão de sua nobreza e se tornar o Campeão do Rei caso o monarca poupe a família Ferropunho e permita que eles continuem com uma parte de suas terras e posses.
O príncipe aceita a submissão do nobre e sua proposta, mesmo contra o conselho de Lorde Arken, e marca um dia para o combate entre Humak e Lorde Arstan.
Ao retornar para Dragórios, Azalin solicita uma audiência com o príncipe Eneriel e informa sobre as descobertas relacionadas ao Império Uzamar no covil de Sarizi. O príncipe recebe as noticias com gravidade, mas precisa primeiro unir o reino sob o seu comando e garantir a lealdade das grandes casas antes de considerar uma declaração de guerra.
Após conversar com o príncipe, Azalin usa uma de suas prerrogativas como mago graduado e convoca um concílio de arcanistas do reino. Após algumas discussões, os magos dragorianos concordam em marcar o concílio para o dia imediatamente após a coroação do príncipe Eneriel.
Azalin então recebe uma carta de seu antigo mentor, o Mago Mestre Abenthy. O velho arcanista pede para encontrar o jovem mago em segredo em sua antiga casa, dois dias antes da próxima lua cheia. O selo de cera do papiro, entretanto, está violado. Ao questionar o Mestre das Mensagens sobre aquilo, Azalin não consegue nenhuma resposta satisfatória.
Aeron visita a grande biblioteca dragoriana em busca de mais informações sobre seu passado. Ele descobre informações úteis sobre Monte Celéstia e alguns de seus mitos e lendas. Entretanto, ao pedir ajuda do Mestre do Conhecimento, o velho e sábio arcanista indica um livro (imagem do post) de uma desconhecida autora em especial: Morrigan Carcossa. O paladino se recorda de já ter ouvido este nome em algum lugar e fica espantado com a quantidade de informações sobre o Rei Amarelo contidos naquele manuscrito.
Segundo os manuscritos desta antiga e misteriosa autora, o Rei Amarelo é uma entidade demoníaca extra-planar com poderes imensos e impossível de se explicar com palavras. A autora cita vários outros estudiosos antigos para fundamentar suas afirmações, principalmente Eleldar, o Rei dos Elfos, e seu antigo mestre, um dos Grandes Magos élficos da Segunda Era chamado Arendel Mishäri, que foi quem teve contato com o demônio pela primeira vez e deu à criatura um nome pronunciável: Hastur.
Ainda segundo Morrigan, Arendel escreveu um livro sobre o demônio, mas ela própria não tinha coragem de procurar por tal manuscrito, pois haviam evidencias que suas palavras podiam levar qualquer um à completa insanidade. Ela também encontrou evidencias de que havia sido Eleldar quem havia, com a ajuda de um poderoso celestial, aprisionando Hastur usando um amuleto como selo mágico e impedido "O Impronunciável" de trazer uma nova era de escuridão e loucura para Esdra.
Muuaji, ao retornar para Dragórios, vai direto ao encontro de Lorde Arken. O velho Marquês fica inicialmente inconformado com a descoberta sobre o envolvimento do Império Uzamar nos ataques à Dragórios, mas depois comenta que acha aquilo muito estranho e suspeito. De qualquer maneira, ele oferece uma nova tarefa para o Tabaxi: Investigar uma história sobre alguns ataques misteriosos que estão ocorrendo nas galerias pluviais de Dragórios. O Marquês avisa que o grupo que o acompanhou até o Dedo da Caveira sabe sobre esses ataques e pode ajudar na missão.
Everdur, por sua vez, tem uma conversa franca e tensa com Arduin, revelando sua nova crença e devoção à Sephirus. O velho sacerdote não gosta nem um pouco daquela conversão e tenta demover seu antigo discípulo daquela ideia. Entretanto, quando seus esforços falham, ele explica que Sephirus é a contra-parte de Serena, a Deusa da Vida. Trata-se de um Deus misterioso que deve ser temido e respeitado, mas nunca reverenciado! Ele também deixa escapar que conhece um poderoso sacerdote de Sephirus, mas depois se recusa a dar mais informações.
Arduin pergunta para Everdur se ele e seus companheiros ainda estão dispostos à vasculhar as galerias pluviais em busca da ameaça misteriosa que ronda os túneis, pois a criatura andou fazendo mais vítimas enquanto os aventureiros estavam fora da cidade.
Finalmente, Eneriel ordena que todos os Duques e Condes do Reino se reúnam em Dragórios na próxima Lua Cheia (3 semanas aproximadamente) para jurarem lealdade e testemunharem sua coroação. Além disso, ele também ordena que o Dedo da Caveira seja restaurado e novamente utilizado como torre de vigia, por sugestão do grupo de aventureiros.

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