Combate com o grande devorador de mentes



Humak e Muuaji ativam um mecanismo escondido sob as águas das galerias pluviais e provocam uma poderosa descarga elétrica que nocauteia o tabaxi e alarma o restante do grupo.

Azalin finalmente desperta e lembra o grupo que eles estavam sob efeito de uma magia que os permitia respirar sob a água, portanto ele, Aeron e Everdur atravessam os corredores alagados sem maiores problemas e se unem à Humak e Muuaji.

O meio-orc ataca a parede de onde o relâmpago surgiu, expondo mais partes mecânicas e provocando uma nova descarga elétrica, mas agora bem menos intensa do que a anterior. Após desabilitar o mecanismo e abrir um buraco na parede, o meio-orc vislumbra uma pintura em uma sala do outro lado da parede que causa uma agressão violenta contra sua sanidade. Felizmente ele consegue desviar o olhar e consegue manter sua mente intacta.

O grupo fica curioso sobre as imagens e acaba bolando um plano para entrar na sala secreta e visualizar os desenhos nas paredes. As ilustrações contam uma história de maneira rústica e os aventureiros se esforçam para anotar o máximo de informações possíveis sobre aquelas criaturas estranhas, além de notarem algumas falhas, como o número de selos mágicos presente nas ilustrações e aqueles encontrados por eles nas galerias.

Depois de vasculhar a sala secreta, o grupo retorna até o corredor onde sofreu o ataque de gás e continua seu avanço, encontrando uma grande sala, com o chão coberto de ossos, onde uma criatura grotesca e perigosa os está esperando em companhia de centenas de ratos lacaios.

Um combate violento se inicia. O grupo logo percebe a grande habilidade mágica da criatura, além de algumas atitudes não muito lógicas da mesma, intercaladas com movimentos extremamente perspicazes. Os ataques mentais dos ratos, combinados com as magias do monstro causam grande dano ao grupo e mantém boa parte dos aventureiros fora do combate. O destino fatal dos aventureiros é evitado graças à proteção mágica que a aura divina de Aeron concede contra as magias do inimigo.

Após ser encurralado por Humak, o monstro domina a mente de Muuaji e o comanda a dar uma flechada certeira no peito do meio-orc, quase o derrubando. Neste momento, Everdur invoca todos os seus poderes divinos e desfere um golpe mortal, decepando a cabeça da criatura e encerrando o letal encontro.

Depois do exaustivo combate, o grupo retorna para o templo de Úkion, onde Humak é informado que o combate contra Lorde Arstan ocorrerá dali a dois dias. Enquanto isso, Everdur e Aeron cobram de Arduin as informações prometidas sobre o clérigo da morte chamado Erador. O sacerdote conta o que sabe, mas fica hesitante quando Aeron o questiona sobre Eleldar e o reino dos elfos. 


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